Energia Solar será mais barata do que a tradicional, diz pesquisa

Os custos de produção de energia elétrica a partir de fontes de energia renováveis estão em queda, e a tendência é que diminuam ainda mais até o próximo ano. A conclusão está em um relatório que acaba de ser publicado pela Agência Internacional de Energia Renovável. Segundo a organização, que apoia países em fase de transição para a energia limpa, a redução dos custos foi impulsionada pelo crescimento da produção e pelas melhorias tecnológicas no setor.

Segundo o estudo, a maior queda no comparativo 2017-2018 foi relacionada à energia solar térmica concentrada (CSP): o custo médio global caiu 26%. Em seguida vem a bioenergia, que ficou, em média, 14% mais barata. O custo da produção gerada por  painéis fotovoltaicos, por sua vez, caiu 13%, assim como aquele da produção eólica “onshore” (referente às usinas instalada em terra firme). Também foram registradas quedas no curso de produção das hidrelétricas (11%) e e eólicas offshore (que ficam em alto mar,1%).

Com base nesses dados, a agência estima que, até 2020, a  eletricidade produzida a partir da energia eólica e solar fotovoltaica seja consideravelmente mais barata do que a gerada por qualquer fonte de combustível fóssil. Dessa maneira, ficará mais fácil para as empresas largarem de vez os combustíveis fósseis, que apresentarem altos custos ambientais, como as emissões de gases de efeito estufa, por exemplo.

Hoje, as hidrelétricas continuam sendo a forma mais barata de produzir energia renovável, a um custo médio ponderado global de US$ 0,05/kWh – o que equivale ao ponto mais baixo da faixa de custo do combustível fóssil. Segundo a agência, porém, outras fontes. como a eólica terrestre, já estão abaixo dos US$ 0,10/kWh.

O relatório lembra que os dados se referem a uma média global. Por isso, enquanto em países como Chile, México e Peru, o custo da energia solar vem caindo, em outros ela permanece mais cara. Ainda pode levar algum tmepo até que os métodos tradicionais se tornem mais caros em todo o planeta.

Fonte: Click Petróleo – 04/06/2019

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